ALIMENTAÇÃO DA CRIANÇA: DO FÍSICO À ALMA…

Como boa mãe judia, comer é algo meio irracional na nossa religião. Clichês são comuns para “as mães judias” que acham que com a barriga cheia os filhos vivem melhor. Eu tenho isso em mim, mas tento não me cobrar ou me torturar quando isso não acontece. Minha filha não tem um super apetite, não come de tudo, mas eu entendo que são fases.

De novo, ouço muito minhas amigas falarem: vai passar. É verdade, mas até isso acontecer você sofre. Alimentação é algo sério, mas parando pra pensar, na nossa época não tínhamos tanta consciência disso, digo nossas mães. Eu fui comer brócolis ou espinafre aos 25 anos de idade, isso porque me dei o direito de experimentar, com muito custo! Salada, aos 20 anos, queijo aos 18.

Enfim, meu ponto é que todos nós estamos aí vivendo bem e agora sim preocupados com o que comemos. Não tenho muita paciência de ficar horas esperando minha filha resolver comer, eu sei que quando a fome apertar ela vai pedir. Mas, e a consciência pesada? Isso é que assombra mais ainda quando você decide levar na boa.

Você vê crianças comendo super bem nos restaurantes, na escolinha e a sua é complicada… Às vezes come, às vezes não. Mais que isso, ouvir da sua mãe: “Essa menina não come nada! Vai ficar doente!” Para mim, a maior perturbação é não saber o que é certo nem o que é errado, porque cada amiga ou amigo com quem falei age de uma maneira, não tem uma fórmula. Mas o que quero destacar aqui é que você tem que seguir a sua intuição, se não dá para dividir com um marido ou companheiro, encare de frente, porque você é a que mais conhece seu filho e vai sentir o que é melhor pra ele.

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